Séries

Conexão Brasil Senegal: A Cultura em Nós

Direção: Carem Abreu, Cheikh T. Sy

Descrição: As etnias senegalesas diola, mandinga, peul, wolof, serere, e soninke terão alguma conexão com expressões culturais brasileiras, como a capoeira angola, o samba, o candomblé, a dança afro, o rap e o reggae? Essa minissérie documental é um convite para uma incrível imersão nas conexões culturais existentes entre o Brasil e o Senegal: países tão distantes, porém, tão próximos.

Classificação Etária Indicativa: Livre

Ano de Produção: 2022

País de Origem: Brasil

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Sexta às 08h30 / Sábado às 15h30 / Quarta às 19h00 / Domingo às 20h30 / Terça às 21h00 / Quinta às 23h30

Detalhes Episódio (22/05/2024 - 19:00) Conexão Brasil Senegal: A Cultura em Nós O encontro de Allah com Oxalá
Duração: 00:29:06
Sinopse: Investiga as conexões existentes entre o Brasil e o Senegal, a partir de paralelos da etnia peul, pela perspectiva do islamismo, relacionando-a com a expressão cultural candomblé. O ponto de partida é a entidade Oxalá, do candomblé, e Allah, o deus supremo dos muçulmanos. É curioso verificar como os ritos de ambas religiões têm aspectos parecidos: desde o colocar a cabeça no chão em reverência às divindades, até o uso de amuletos para a proteção, conhecidos como patuá ou gris-gris. Vamos acompanhar o dia sagrado do Tabaski, onde os muçulmanos sacralizam a vida de um cordeiro, pelo bem comum de toda humanidade. Como acontece no Candomblé. Em Belo Horizonte, o babalorixá Pai Sidney explica sobre os orixás, os patuás e sua vivência no candomblé. Em São Luís, no Maranhão, Mãe Zezé e Dindinha, da Casa Fanti Ashanti e do Tambor de Mina, fazem uma louvação a Oxalá, o Rei dos Mestres, e explicam quais são as características desse orixá. Já no Senegal, o antropólogo Harouna Thiam conta da como surgiu o islamismo em seu país através dos peuls, e as mudanças causadas com a chegada dessa nova devoção. O grande imã Saydou Diop repassa os ensinamentos do Alcorão, onde não existe espaço para a intolerância religiosa, e o imã e marabou Zakaria Ahmadou explica os motivos da sacralização dos cordeiros no Tabaski. Ele também ensina como se produz os gris-gris, os amuletos que contém trechos sagrados do alcorão, produzidos também pelos muçulmanos.