Séries

Conexão Brasil Senegal: A Cultura em Nós

Direção: Carem Abreu, Cheikh T. Sy

Descrição: As etnias senegalesas diola, mandinga, peul, wolof, serere, e soninke terão alguma conexão com expressões culturais brasileiras, como a capoeira angola, o samba, o candomblé, a dança afro, o rap e o reggae? Essa minissérie documental é um convite para uma incrível imersão nas conexões culturais existentes entre o Brasil e o Senegal: países tão distantes, porém, tão próximos.

Classificação Etária Indicativa: Livre

Ano de Produção: 2022

País de Origem: Brasil

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Sexta às 08h30 / Sábado às 15h30 / Quarta às 19h00 / Domingo às 20h30 / Terça às 21h00 / Quinta às 23h30

Detalhes Episódio (23/06/2024 - 20:30) Conexão Brasil Senegal: A Cultura em Nós Dança afro, um jeito que o corpo dá
Duração: 00:28:36
Sinopse: Imerge nas conexões existentes entre o Brasil e o Senegal, a partir de paralelos entre aspectos culturais da etnia wolof e a expressão cultural dança afro. Nosso ponto de partida é o sabar, um instrumento, e ao mesmo tempo um ritmo e uma dança do povo wolof. Em contraponto, veremos como a dança contemporânea senegalesa tem influenciado o desenvolvimento da dança afro no Brasil. Além disso, vamos experienciar as conexões existentes entre ritmos e movimentos senegaleses e brasileiros. Para trazer voz ao povo senegalês e brasileiro, vários entrevistados mostrarão sua visão e conhecimento no tema. No Brasil, a saudosa Marlene Silva, a precursora da dança afro em Minas Gerais, nos concedeu sua última entrevista em vida e junto com seu ex-aluno, Evandro Passos, expoente na dança afro em Belo Horizonte, eles compartilham das suas vivências com essa expressão cultural que moldou seus corpos, suas vidas e ações sociais. Já no Senegal, vamos descobrir como a dança africana dialoga com a dança afro belo-horizontina, através das técnicas desenvolvidas por Germaine Acogny, diretora e coreografa da École des Sables, capaz de construir com elementos gestuais mais ancestrais, o que existe de mais avançado na dança contemporânea. E no âmbito da música, El Hadji Rose nos conta como seu pai, o expoente percursionista senegalês Doudou N’Daye Rose, contribuiu para a difusão do Sabar em todo mundo. Vem experimentar esse jeito gostoso que o corpo dá!