Séries

Sou Moderno Sou Indio

Direção: Carlos Eduardo Magalhães

Descrição: A sociedade ocidental guarda uma visão estereotipada sobre os povos originários. A imagem pré-concebida e vigente nas rodas sociais e na maioria dos meios de comunicação é aquela que diz que para ser realmente índio é preciso andar nu, falar mim no lugar de eu, ser ingênuo e não ter acesso à tecnologia. Qualquer indígena saindo desse padrão é identificado como um índio que perdeu suas raízes. Mas ser índio não é uma questão de cocar de pena, urucum e arco e flecha, algo aparente e evidente, mas sim uma questão de "estado de espírito". A série Sou moderno, Sou Índio propõe um contraponto a esse imaginário vigente. Longe das figuras míticas de selvagem, preguiçoso, indolente e desinteressado, os personagens que constroem o tecido dramatúrgico da série são altamente ligados à tecnologia e participantes ativos do cotidiano urbano das mais diferentes maneiras, ao mesmo tempo em que também são intimamente ligados a seus povos e sua cultura.

Classificação Etária Indicativa: Livre

Ano de Produção: 2022

País de Origem: Brasil

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Segunda às 09h00 / Quarta às 12h00 / Quinta às 14h00 / Sexta e Sábado às 19h00 / Terça às 20h30 / Domingo e Quarta às 22h00

Detalhes Episódio (21/09/2022 - 12:00) Sou Moderno Sou Indio Sou Moderno, sou da palavra
Duração: 00:26:00
Sinopse: Novamente Benki, mas agora em uma outra vertente, a de grande agricultor. Entre mudas e projetos ambiciosos, conhecemos o centro Yorenka Ãtame em Marechal Thaumaturgo no Acre. Referência de tecnologia florestal. Idealizado e realizado por esse grande ambientalista. Seu Manoel Karai é uma referência para o povo Guarani em São Paulo e no Brasil. Hoje curte sua aposentadoria de cacique semeando amor pela terra. Ao canto dos pássaros, temos uma aula sobre ecologia.Eliane Potiguara é referência há muitos anos na literatura indígena. Fomos à sua cidade, o Rio de Janeiro, na frente da academia de letras, reivindicar o seu lugar de justiça no hall da intelectualidade brasileira. Joaquim Maná. Do povo Huni Kui do Jordão no Acre. Vem a ser o primeiro linguista com bacharelado universitário. Através de seu estudo, as escolas de seu povo são pioneiras na revolução educacional indígena.